Concurso de caldeiradas da Costa da Caparica
Para além do Sol e do extenso areal, a gastronomia, principalmente a caldeirada, é também um dos motivos que levam muitas pessoas até à Costa da Caparica..
Na Costa da Caparica realiza-se de 30 de Janeiro a 28 de Fevereiro, sempre ao fim-de-semana, mais um Concurso de Caldeirada à Pescador da Cidade da Costa da Caparica.
Este ano, participam 15 restaurantes da freguesia.
Este certame gastronómico, enquanto concurso, vai na sua 6ª edição mas já se realiza há mais de 25 anos, numa organização da Junta de Freguesia local.
O Concurso de Caldeiradas, integra as festas da cidade, e está incluído no conjunto de iniciativas que procuram atrair mais pessoas à Costa da Caparica, durante os meses de Inverno, e, ao mesmo tempo, afirmar a caldeirada à pescador como uma das imagens de marca do concelho de Almada.
Restaurantes participantes
ATLÂNTICO
BANDEIRA AZUL
CAROLINA DO AIRES
EUROPAMAR
INATEL "UM LUGAR AO SOL"
LIMÃO MARIA
O CAMÕES
O HÉLIO
O LAVRADOR I
O MARRETA
O PIPO
PRIMAVERA
PRIMOROSO
TARQUÍNIO
TASCA DO NANA
Apareçam a Costa precisa de ser falada pelas melhores razões...
terça-feira, 26 de Janeiro de 2010
quinta-feira, 30 de Julho de 2009
Chegar ao Barreiro em meia hora,,,
A Fertagus apresentou uma proposta para que os comboios efectuem a Terceira Travessia do Tejo (TTT), permitindo que a deslocação de comboio entre Lisboa e o Barreiro se faça em apenas 30 minutos.
A administradora-delegada da empresa que ontem completou dez anos de existência, explicou à agência Lusa que "a proposta foi apenas apresentada" e que "não é certo que o projecto se concretize", embora "deixasse a empresa muito feliz". A decisão final, de concessão da exploração da futura ponte caberá ao Governo, sendo que a CP também apresentou uma proposta que está em cima da mesa.
"A ideia", explica Cristina Dourado, "seria estabelecer um serviço circular e bi-direccional entre a Ponte 25 de Abril e a terceira travessia sobre o Tejo".
"Seria possível chegar de Lisboa ao Barreiro em 30 minutos", garante a responsável. "Para além disso seria possível que a pessoa ajustasse as alternativas de trajecto à sua conveniência, e os utentes estariam mais distribuídos pelos vários serviços", acrescenta .
"O Barreiro ficaria também mais perto de Almada, um trajecto muito difícil de fazer hoje, recorrendo a transportes públicos", sublinha.
Para a administradora-delegada, "este projecto enquadra-se na ideia de que a Margem Sul precisa de olhar para a sua rede de transportes internos sem estar a pensar apenas em Lisboa".
"É a agilização das deslocações internas em transporte público que vai viabilizar o desenvolvimento desta margem", defende.
A Fertagus assinalou ontem o seu décimo aniversário com o lançamento de um livro comemorativo e apresentação do novo fardamento. O balanço total é de mais de 180 milhões de passageiros transportados.
O comboio começou a circular no tabuleiro ferroviário da ponte a 29 Julho de 1999. No ano passado transportou cerca de 23 milhões de passageiros. A empresa tem, aliás, tido um crescimento anual positivo e espera, a partir de 2011, operar sem receber compensações financeiras do Estado.
Actualmente explora actualmente 54 quilómetros de linha, com 14 estações entre Setúbal e Roma-Areeiro, 8500 lugares de estacionamento e transporta diariamente 85 mil pessoas nas duas margens do Tejo. (Jornal de Notícias)
A administradora-delegada da empresa que ontem completou dez anos de existência, explicou à agência Lusa que "a proposta foi apenas apresentada" e que "não é certo que o projecto se concretize", embora "deixasse a empresa muito feliz". A decisão final, de concessão da exploração da futura ponte caberá ao Governo, sendo que a CP também apresentou uma proposta que está em cima da mesa.
"A ideia", explica Cristina Dourado, "seria estabelecer um serviço circular e bi-direccional entre a Ponte 25 de Abril e a terceira travessia sobre o Tejo".
"Seria possível chegar de Lisboa ao Barreiro em 30 minutos", garante a responsável. "Para além disso seria possível que a pessoa ajustasse as alternativas de trajecto à sua conveniência, e os utentes estariam mais distribuídos pelos vários serviços", acrescenta .
"O Barreiro ficaria também mais perto de Almada, um trajecto muito difícil de fazer hoje, recorrendo a transportes públicos", sublinha.
Para a administradora-delegada, "este projecto enquadra-se na ideia de que a Margem Sul precisa de olhar para a sua rede de transportes internos sem estar a pensar apenas em Lisboa".
"É a agilização das deslocações internas em transporte público que vai viabilizar o desenvolvimento desta margem", defende.
A Fertagus assinalou ontem o seu décimo aniversário com o lançamento de um livro comemorativo e apresentação do novo fardamento. O balanço total é de mais de 180 milhões de passageiros transportados.
O comboio começou a circular no tabuleiro ferroviário da ponte a 29 Julho de 1999. No ano passado transportou cerca de 23 milhões de passageiros. A empresa tem, aliás, tido um crescimento anual positivo e espera, a partir de 2011, operar sem receber compensações financeiras do Estado.
Actualmente explora actualmente 54 quilómetros de linha, com 14 estações entre Setúbal e Roma-Areeiro, 8500 lugares de estacionamento e transporta diariamente 85 mil pessoas nas duas margens do Tejo. (Jornal de Notícias)
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domingo, 26 de Julho de 2009
Igreja que foi taberna volta a ser local de culto
A Ermida de São Sebastião, em Almada, foi pequena para acolher os fiéis que esta tarde quiseram participar na inauguração da Igreja.Situada no Largo das Andorinhas a recém inaugurada Igreja de São Sebastião foi hoje inaugurada depois de ter sido alvo de um longo e profundo processo de requalificação, desde 2004, numa reabilitação que custou à autarquia dois milhões de euros e que exigiu um estudo detalhado acerca das características do edifício, bem como dos seus artefactos originais.
Erguida no século XVI, a ermida foi-se degradando e acabou por ser completamente aruinada com o terramoto de 1755. Já no século XIX, a igreja ficou votada ao abandono, passando a ser um hospital provisório. Anos mais tarde foi palheiro da Câmara Municipal de Almada e quando foi vendida pela autarquia em 1904 a um particular foi transformada em habitação e taberna, situação que se manteve até 1993, quando o município adquiriu o imóvel.
“O mais belo deste tempo não se vê. Esta igreja volta a ter o seu altar. Foi construída para ser um lugar de encontro do homem com Deus. Mas passou por muitas vicissitudes e tornou-se escrava, uma infâmia que magoava cada um de nós. Hoje os antepassados podem dizer que lhes foi feito justiça”, referiu D. Gilberto Canavarro dos Reis, Bispo de Setúbal, durante a cerimónia de inauguração. Ao dirigir-se às centenas de fiéis que se reuniram no Largo das Andorinhas para assistir à inauguração da ermida, D. Gilberto lançou um desafio. “Continuemos como cidadãos do mundo, procurando um progresso que envolva todas as pessoas. O mundo está nas vossas mãos. Todos somos construtores do mundo e ninguém se pode demitir” porque “a fé gera cultura, gera homens grandes”.
Para o pároco José Vicente Martins, esta é a realização de uma obra há muito desejada. “A obra criou, desde o início, grandes expectativas por parte da paróquia. De parabéns estão os fiéis das Torcatas que podem respirar o ar próprio do templo, em lugar da garagem que há mais de trinta anos tem sido o seu lugar de culto”.
A Câmara Municipal de Almada e a Fábrica da Igreja Paroquial do Cristo-Rei, no Pragal, assinaram também um contrato de comodato com a validade de 30 anos. O acordo estabelece que a Fábrica da Igreja Paroquial do Cristo-Rei utilize a igreja para celebrações religiosas e a Câmara Municipal de Almada possa usar a ermida para promover espectáculos musicais e exposições. (Correio da Manhã)
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quinta-feira, 16 de Julho de 2009
Do Presidente aos Nacionalistas | Julho de 2009
Num país cuja mentalidade dominante e reinante põe tudo de pernas para o ar, já se sabe que nele só a falsidade pode imperar e a realidade das coisas é invertida.Esse país é nosso Portugal de hoje em dia que, subjugado a uma propaganda perversa, marcada por múltiplos complexos, utiliza o eufemismo, intencionalmente, para virar o bico ao prego das realidades. É neste contexto que verificamos a gradual substituição de uma série de termos do nosso vocabulário corrente, onde, numa lista infindável, por exemplo, preto passou a ser pessoa de cor, delinquente a jovem, drogado a toxicodependente…O problema que aqui reside é que não se trata apenas de simples forma de expressão ingénua, mas sim de uma estratégia concertada onde esta questão, aparentemente inócua, na verdade faz parte de um todo que visa inverter as mentalidades, manipulando-as e mais facilmente as dominar. A utilização dos antigos vocábulos é assim, à luz desta mentalidade, uma afronta contra a sociedade.Preparadas assim as pessoas, num terreno semeado por eufemismos que visam proteger uns quantos e promover outros num branqueamento cego (ou “invisual” de acordo com a mentalidade instituída….) de tristes realidades, estão então lançadas as bases para as inverter.
É precisamente isto que se passa na nossa sociedade! A opinião maciçamente publicada passa a ser confundida com opinião pública. Esta por sua vez sente-se refém da opinião veiculada e só os mais lúcidos ou corajosos é que ousam ir em contra corrente e denunciar que está tudo de pernas para o ar.
Assim, nesse contexto, os polícias, defensores da ordem, passam a ser vistos aos olhos dos incautos (já devidamente narcotizados pela propaganda) como os agressores gratuitos e por outro lado os criminosos como uns desgraçadinhos, vítimas de uma sociedade que não os compreende…
Estas anteriores considerações vieram a propósito dos recentes ataques a tiro a dois polícias, facto que foi noticiado, mas também daqueles factos não noticiados (ou discretamente feitos) que são as agressões diárias aos agentes da autoridade por parte dos tais jovens aos quais nunca deixarei de chamar delinquentes organizados em gangues étnicos. Basta referir que ainda ontem, uma patrulha policial entrou no Bairro da Quinta Fonte (apresentado como pacificado pela propaganda oficial do governo) em perseguição a uns assaltantes (que já se sabe que "não têm culpa", pois são “vítimas” de um sistema opressor e da “brutalidade policial”) e foi “naturalmente” recebida à pedrada e garrafada.
No dia em que os dois polícias foram alvejados, onde estavam os sempre defensores da tolerância, da não-violência e de outras fantasias que tais?Se um polícia atira a um criminoso, no cumprimento do seu dever, aqui del-rei que abusou da força, agiu com brutalidade, instigou ao ódio… E lá vêm as tais pessoas e associações, pagas com o nosso dinheiro, defender os “desgraçados” que “apenas” mataram, violaram ou roubaram, mas com “desculpas e atenuantes” (claro está!...) e apontar o dedo à polícia e à autoridade.
Mas que raio de sociedade é esta em que o absurdo, que entra pelos olhos de qualquer pessoa normal, se impõe desta forma chocante?
Para os Nacionalistas a defesa da ordem é uma prioridade e a segurança é inquestionável! Para tal, o PNR defende inequívoca e efectivamente a polícia.Como podemos nós tolerar que o Estado ande a sustentar, com o nosso dinheiro, através de toda a sorte de subsídios e apoios, estes invasores que nos desrespeitam e aos quais ainda por cima têm o desplante de atribuir a “nacionalidade” portuguesa?
Esta é realidade que temos e o PNR defende a sua radical inversão!Assim, ao invés de desculpabilizar-se os delinquentes, pagar-lhes subsídios e dar-lhes a nacionalidade portuguesa, factos que consideramos um grave atentado aos portugueses e a Portugal, inversamente, defendemos a sua punição penal, o repatriamento, a extinção do reagrupamento familiar, o corte radical e imediato dos seus subsídios e a alteração da lei da nacionalidade (a qual deve ser exclusivamente herdada e nunca dada ou exigida).
Por outro lado, em relação aos polícias o que se verifica é que estes são desautorizados e mal tratados na opinião feita pública. Verifica-se que têm perdido sistematicamente direitos adquiridos e regalias mais do que justas. Verifica-se que a sua idade de reforma é aumentada e não se tem em conta que se trata de uma profissão de desgaste, devido ao trabalho por turnos e de risco. Não se atende aos seus sucessivos pedidos de aumento de efectivos que tanta falta fazem e pelo contrário, o MAI só desfalca o quadro colocando polícias a fazer de guarda-costas ou em trabalhos administrativos (isto já para nem falar na sua utilização na caça á multa…). As esquadras estão vazias e muitas vezes apenas contam com um ou dois agentes de serviço, criando uma situação de tal modo aflitiva em que os criminosos até se sentem encorajados a invadi-las e agredir polícias no seu interior. Os polícias não têm material adequado nem suficiente para fazer face a uma criminalidade crescente e ainda por cima têm que pagar o equipamento com o seu dinheiro, tendo para tal um subsídio ofensivo, de tão ridículo que é. Quando os polícias estão deslocados da sua terra de origem e longe das suas famílias, coisa que sucede em inúmeros casos e por muitos anos consecutivos, onde está a facilidade na aquisição de casa e o seu reagrupamento familiar que se dá de mão beijada aos seus agressores?
Esta é realidade da situação que os polícias enfrentam no seu dia a dia. O PNR defende a sua radical inversão!O PNR solidariza-se assim com os polícias que têm sido mortos ou feridos em serviço e com as suas famílias. O PNR solidariza-se com a sua luta e justas reivindicações.Com o PNR as coisas voltariam à sua correcta posição.
José Pinto-Coelho
14 de Julho de 2009
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quarta-feira, 15 de Julho de 2009
Farol de Cacilhas regressa a casa
A Câmara Municipal de Almada e a Marinha Portuguesa celebram no próximo Sábado, 18 de Julho, pelas 18h, a recolocação e cedência do antigo “Farol de Cacilhas” ao Município, junto ao cais fluvial, em Cacilhas.A cerimónia vai ser presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, Fernando de Melo Gomes, e pela Presidente da Câmara Municipal de Almada, Maria Emília de Sousa.
A celebração será marcada pela actuação da Banda da Armada.
Sobre o Farol de Cacilhas
Esta peça de sinalização funcionou em Cacilhas entre 31 de Dezembro de 1885 e 18 de Maio de 1978, tendo depois sido desmantelado e deslocado para a Ponta do Queimado, na freguesia da Serreta, na ilha Terceira (Açores). Com a modernização dos sistemas de sinalização marítima, o Farol foi depois definitivamente desmantelado. A pedido da Câmara Municipal de Almada, a Marinha Portuguesa concordou na cedência desta emblemática peça patrimonial ao concelho.Iniciou-se então o processo de restauro do Farol, composto por uma torre cilíndrica de ferro, com 12m de altura e 1,70m de diâmetro. As obras foram executadas pelas oficinas da Direcção-geral de Faróis, em Paço de Arcos, e foram suportadas pela Câmara Municipal de Almada, em 40 mil euros, na sequência de um protocolo entre a Marinha e o Município.
PRINCIPAIS DATAS
31 DEZ 1885 – Um aviso aos navegantes dava conta da entrada em funcionamento de um novo farol no Pontal de Cacilhas, cujo objectivo era delimitar o limite sul da zona de fundeadouro.O farol consistia numa torre cilíndrica vermelha, emitindo uma luz fixa branca num sector de 342º, com um alcance nominal de 11,5 milhas.
18 MAI 1886 – Instalado sinal sonoro constituído por um sino e um aparelho de relojoaria.
01 JAN 1905 – Colocado um dispositivo destinado a encobrir a lanterna durante cinco segundos por minuto, conferindo-lhe uma característica que o distinguisse das luzes de alguns paquetes que frequentavam o Tejo.
1918 – Foi desligado devido à 1ª Guerra Mundial.
01 MAR 1927 - Passou a funcionar a gás acetileno e válvula solar. Foram-lhe colocados painéis de plástico azul que lhe conferiram uma luz verde a fim de estar conforme o estabelecido para as luzes de portos pela Comissão Internacional de Farolagem.
26 JAN 1931 – Instalado um sinal sonoro pneumático em substituição do Sino e aparelho de relojoaria, que foram cedidos ao Instituto de Socorros a Náufragos para instalação na Praia da Ericeira servindo de chamamento dos pescadores em situação de nevoeiro.
01MAR 1957 – Foi electrificado, sendo ligado à rede pública e instalada uma lâmpada de 500 W, passando a emitir um relâmpago verde de 0,3 segundos, seguido de uma ocultação de um segundo, com um alcance de 17 milhas.
18 MAI 1978 – Extinguido por falta de utilidade para os navegantes e por motivo das obras de construção do novo Terminal de Passageiros de Cacilhas. Foi desmantelado e seguiu para os Açores.
29 DEZ 1983 – Demolição antigo farol da Serreta, parcialmente destruído por um sismo, e instalada a torre metálica e lanterna do extinto Farol de Cacilhas.(Rostos On-Line)
A celebração será marcada pela actuação da Banda da Armada.
Sobre o Farol de Cacilhas
Esta peça de sinalização funcionou em Cacilhas entre 31 de Dezembro de 1885 e 18 de Maio de 1978, tendo depois sido desmantelado e deslocado para a Ponta do Queimado, na freguesia da Serreta, na ilha Terceira (Açores). Com a modernização dos sistemas de sinalização marítima, o Farol foi depois definitivamente desmantelado. A pedido da Câmara Municipal de Almada, a Marinha Portuguesa concordou na cedência desta emblemática peça patrimonial ao concelho.Iniciou-se então o processo de restauro do Farol, composto por uma torre cilíndrica de ferro, com 12m de altura e 1,70m de diâmetro. As obras foram executadas pelas oficinas da Direcção-geral de Faróis, em Paço de Arcos, e foram suportadas pela Câmara Municipal de Almada, em 40 mil euros, na sequência de um protocolo entre a Marinha e o Município.
PRINCIPAIS DATAS
31 DEZ 1885 – Um aviso aos navegantes dava conta da entrada em funcionamento de um novo farol no Pontal de Cacilhas, cujo objectivo era delimitar o limite sul da zona de fundeadouro.O farol consistia numa torre cilíndrica vermelha, emitindo uma luz fixa branca num sector de 342º, com um alcance nominal de 11,5 milhas.
18 MAI 1886 – Instalado sinal sonoro constituído por um sino e um aparelho de relojoaria.
01 JAN 1905 – Colocado um dispositivo destinado a encobrir a lanterna durante cinco segundos por minuto, conferindo-lhe uma característica que o distinguisse das luzes de alguns paquetes que frequentavam o Tejo.
1918 – Foi desligado devido à 1ª Guerra Mundial.
01 MAR 1927 - Passou a funcionar a gás acetileno e válvula solar. Foram-lhe colocados painéis de plástico azul que lhe conferiram uma luz verde a fim de estar conforme o estabelecido para as luzes de portos pela Comissão Internacional de Farolagem.
26 JAN 1931 – Instalado um sinal sonoro pneumático em substituição do Sino e aparelho de relojoaria, que foram cedidos ao Instituto de Socorros a Náufragos para instalação na Praia da Ericeira servindo de chamamento dos pescadores em situação de nevoeiro.
01MAR 1957 – Foi electrificado, sendo ligado à rede pública e instalada uma lâmpada de 500 W, passando a emitir um relâmpago verde de 0,3 segundos, seguido de uma ocultação de um segundo, com um alcance de 17 milhas.
18 MAI 1978 – Extinguido por falta de utilidade para os navegantes e por motivo das obras de construção do novo Terminal de Passageiros de Cacilhas. Foi desmantelado e seguiu para os Açores.
29 DEZ 1983 – Demolição antigo farol da Serreta, parcialmente destruído por um sismo, e instalada a torre metálica e lanterna do extinto Farol de Cacilhas.(Rostos On-Line)
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domingo, 5 de Julho de 2009
"Espólio justifica Museu da Indústria Naval"
A actual administração do Arsenal do Alfeite, em Almada, e a Comissão de Trabalhadores consideram que o espólio do estaleiro, história de 70 anos de actividade, justifica a construção de um Museu da Indústria Naval."Existem aqui objectos com um grande valor histórico e simbólico", afirmou à Lusa o contra-almirante Vítor Gonçalves de Brito, Administrador do Arsenal do Alfeite até 1 de Setembro.
"No quadro de todo o espólio que o Arsenal tem, creio que faria sentido a criação de um Museu Nacional da Indústria Naval", defendeu.
O Administrador reconhece que muitos dos equipamentos de origem não foram mantidos, quer por falta de sensibilidade em relação à importância da preservação do espólio durante os anos 50-60, quer por dificuldades logísticas.
"Houve, nesse sentido, e apesar do cuidado de preservação que temos tido nos últimos anos, algum equipamento que se perdeu", afirmou.
"Mas existe material com interesse documental, industrial e administrativo que está a ser avaliado por especialistas e será repartido entre o Arquivo Central de Marinha, o Museu de Marinha, o Museu da Cidade de Almada e o Núcleo Naval de Olho-de-boi".
"Existem também objectos com um grande valor simbólico, como é o caso de uma colecção de oito quadros de Barata Moura, que era pintor naval e um artista, ou da mesa de trabalho de Bento Gonçalves", conta.
Para Carlos Godinho, membro da Comissão de Trabalhadores e do Núcleo Museológico, "faz sentido que a história do Arsenal se conte toda no mesmo sítio, e não de forma dispersa".
"Para além disso, existem máquinas que, pela sua dimensão, requerem um espaço próprio, não sendo viável a sua colocação nos espaços museológicos existentes", defende.
Carlos Godinho sublinha a urgência da medida afirmando que "as peças vão-se degradando e corre-se o risco de, havendo finalmente museu, já não existam peças para expor".
Contactado pela agência Lusa, o Ministério da Defesa não traçou cenários quanto à criação de um museu, afirmando apenas que "existe um elevado esforço e empenho na criteriosa identificação e salvaguarda do valioso património do Arsenal do Alfeite".
"Estão a ser levadas a cabo acções de inventariação e apreciação pelos Museu de Marinha e Arquivo Geral de Marinha. O património a conservar será entregue àqueles organismos ou a quem as respectivas direcções determinarem", acrescentou.
O Arsenal do Alfeite, histórico estabelecimento fabril da Marinha para reparar e construir os seus navios, passará, no dia 1 de Setembro, a Sociedade Anónima de capitais 100 por cento públicos.(Lusa)
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sábado, 27 de Junho de 2009
Dia da Marinha do Tejo
Celebra-se hoje, dia 27 de Junho, o Dia da Marinha do Tejo! Para tal vai realizar-se uma cerimónia comemorativa do 1.º Aniversário da Marinha do Tejo, organizada pelo Estado-Maior da Armada e pela Associação dos Proprietários e Arrais das Embarcações Típicas do Tejo, com a participação da Associação Naval Sarilhense e do Centro Náutico Moitense.As embarcações típicas sairão dos respectivos cais pelas 07h00 para estarem todas em frente à Doca da Marinha (a seguir à Praça do Comércio, mesmo em frente ao Ministério das Finanças) a partir das 09h30. Pelas 10h30 largam para o Alfeite, onde chegarão pelo meio-dia, para o início da Cerimónia de assinatura do Livro de Honra da Marinha do Tejo, seguida de almoço e de uma visita a uma fragata/ corveta ou a um submarino (presumo que seja o «Barracuda»). É uma boa oportunidade para assistir, no Rio ou a partir das margens do Tejo (da Praça do Comércio, do Cais-do-Sodré ou de Cacilhas) a mais um ESPECTÁCULO NÁUTICO feito de Cores, de Amizade e Alegria!... (Rostos On-Line)
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sexta-feira, 19 de Junho de 2009
Comércio da cidade pode voltar à luta
Os comerciantes de Almada poderão voltar a adoptar medidas de luta nos próximos tempos para exigir o regresso do trânsito ao centro da cidade, como forma de combater a crise em que o sector mergulhou.
Segundo uma fonte contactada pelo Jornal da Região,os comerciantes reuniram na terça-feira para abordar a questão, admitindo-se novo encontro no decurso dos próximos dias, para a organização eventual de novas formas de protesto.
Recorde-se que os lojistas têm apelado à autarquia para que volte atrás no controverso Plano de
Mobilidade, que retirou milhares de viaturas do centro da cidade, mas acabou por provocar uma redução drástica ao nível dos habituais clientes do comércio local.
Após vários incidentes, em que surgiram mesmo montras partidas, os dirigentes da Associação Comercial optaram por se remeter ao silêncio. Porém, um dos dirigentes da associação viu a sua loja vandalizada,havendo outras queixas apresentadas na PSP.
Os comerciantes estimam que nos últimos dois anos se registou uma quebra no negócio na ordem dos 60 por cento, sendo que as obras em torno do Metro Sul do Tejo, concluídas em Novembro de 2008, terão contribuído para os primeiros sinais da crise, com os lojistas a garantirem perdas de cerca de 12,5 milhões de euros em vendas, comparando com épocas anteriores.(Jornal das regiões-Almada)
Segundo uma fonte contactada pelo Jornal da Região,os comerciantes reuniram na terça-feira para abordar a questão, admitindo-se novo encontro no decurso dos próximos dias, para a organização eventual de novas formas de protesto.
Recorde-se que os lojistas têm apelado à autarquia para que volte atrás no controverso Plano de
Mobilidade, que retirou milhares de viaturas do centro da cidade, mas acabou por provocar uma redução drástica ao nível dos habituais clientes do comércio local.
Após vários incidentes, em que surgiram mesmo montras partidas, os dirigentes da Associação Comercial optaram por se remeter ao silêncio. Porém, um dos dirigentes da associação viu a sua loja vandalizada,havendo outras queixas apresentadas na PSP.
Os comerciantes estimam que nos últimos dois anos se registou uma quebra no negócio na ordem dos 60 por cento, sendo que as obras em torno do Metro Sul do Tejo, concluídas em Novembro de 2008, terão contribuído para os primeiros sinais da crise, com os lojistas a garantirem perdas de cerca de 12,5 milhões de euros em vendas, comparando com épocas anteriores.(Jornal das regiões-Almada)
sábado, 13 de Junho de 2009
Dia Mundial do Ritmo Cardíaco
Dez hospitais portugueses juntam-se hoje, Dia Mundial do Ritmo Cardíaco, a uma acção nacional de sensibilização sobre os riscos, prevenção e tratamento das arritmias cardíacas.
Sob o lema "Bate, Bate Coração - Sinta o seu Ritmo", vão estar à disposição dos portugueses bancas informativas entre as 10:00 e as 18:00 nos hospitais de Santa Maria e Santa Marta (Lisboa), Fernando Fonseca (Amadora), Universidade de Coimbra, distritais de Faro, Santarém e Setúbal, Infante D. Pedro (Aveiro), São Marcos (Braga) e Santo António (Porto).
Nestes locais será possível a qualquer cidadão colocar dúvidas aos profissionais de saúde que aceitaram colaborar voluntariamente com a iniciativa e também aprender a medir o ritmo cardíaco com um cartão especialmente concebido para o efeito.(Lusa)
Sob o lema "Bate, Bate Coração - Sinta o seu Ritmo", vão estar à disposição dos portugueses bancas informativas entre as 10:00 e as 18:00 nos hospitais de Santa Maria e Santa Marta (Lisboa), Fernando Fonseca (Amadora), Universidade de Coimbra, distritais de Faro, Santarém e Setúbal, Infante D. Pedro (Aveiro), São Marcos (Braga) e Santo António (Porto).
Nestes locais será possível a qualquer cidadão colocar dúvidas aos profissionais de saúde que aceitaram colaborar voluntariamente com a iniciativa e também aprender a medir o ritmo cardíaco com um cartão especialmente concebido para o efeito.(Lusa)
quinta-feira, 4 de Junho de 2009
10 de Junho 2009 | Dia de Portugal
No dia 10 de Junho, novamente, o PNR vai celebrar o Dia de Portugal, com uma manifestação em Lisboa. 16.00 horas
Concentração no Largo de Camões.
16.30 horas
Desfile até à Praça dos Restauradores.
17.30 horas
Discursos (na Praça dos Restauradores).
Nesse dia, é um dever patriótico abdicar da praia ou de outro legítimo e normal programa familiar ou social para estar na rua a celebrar a nossa Nação.
O PNR pede a mobilização de todos!
Fonte:Pnr
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